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Três meses Doze calls A operação inteira aberta

O problema não é o seu esforço

Agência no Brasil
não fecha mais
a conta.

Preço espremido, cliente que some no terceiro mês, concorrente fazendo por metade. Vender mais não resolve e vender mais caro também não, porque no mesmo mercado você está brigando pelo mesmo dinheiro. Em dólar, a conta é outra: ticket maior, cliente que fica, e menos gente para entregar.

O que você leva daqui

Sua agência rodando
oficialmente em dólar.

Não é aprender sobre o mercado lá fora. É sair dos três meses com cliente americano fechado, cobrando em dólar, e com a estrutura para atender ele.

A nossa história

A gente já esteve
exatamente aí.

Quatro sócios de Manaus, faturando R$ 15 mil por mês, entregando muito para quem pagava pouco. O que virou o jogo não foi trabalhar mais: foi trocar o cliente, subir o ticket e passar a vender em dólar.

R$ 15 mil no começo
→
R$ 200 mil doze meses depois

Tudo isso ainda no Brasil

Onde a empresa está hoje

R$ 364 mil por mês.

US$ 70 mil por mês

35

clientes

12

pessoas no time

100%

em dólar

R$ 145,6 mil

de lucro por mês, 40% de margem

US$ 28 mil

Por que isso existe

A gente montou
a agência primeiro.

A mentoria não é um curso gravado por quem parou de operar. É a Virtvs aberta: um sistema de aquisição e de entrega inteiro, já validado, com a oferta, o criativo, o anúncio, o processo comercial, a esteira de produção e a estrutura de time. Não é teoria para você testar, é o que roda aqui todo dia, com os números acima rodando ao lado.

O programa

Três meses.
Doze calls. Tudo aberto.

3

meses, um por frente: marketing, comercial e operação

12

calls com nome e pauta, quatro por mês

∞

acesso a tudo que a Virtvs usa para operar

A ordem não é opinião

Gerar. Fechar.
Entregar.

É a ordem em que o dinheiro acontece e em que os problemas aparecem. Marketing sem comercial é lead jogado fora. Comercial sem operação é cliente insatisfeito e contrato curto.

Mês 1

Marketing

Fazer a demanda existir, e existir de novo no mês seguinte.

01

ICP e oferta

Para quem você vende e o que exatamente está vendendo. Sai daqui com o cliente ideal definido e a oferta escrita, antes de gastar o primeiro real em mídia.

02

Criativo que aguenta escala

Hook, meio e chamada como peças separadas. A linha de produção que faz criativo não acabar, e o que fazer quando o que vinha funcionando cansa.

03

Meta Ads por dentro

Estrutura de campanha, público, orçamento e teste. Como entra verba nova sem derrubar o que já estava performando.

04

As métricas que decidem

O que olhar todo dia, o que ignorar, e o número que diz se escala ou se corta. Leitura de funil do clique ao contrato assinado.

Mês 2

Comercial

A parte mais difícil, e por isso a que tem mais call.

05

O produto e a apresentação de venda

Montada junto com vocês, na call. Sai daqui o que vocês vendem, o que entrega, por quanto, e a apresentação pronta para usar na próxima reunião.

06

SDR: do lead ao horário marcado

Quem atende, em quanto tempo, com que script. Cadência de contato, follow-up com a base inteira e filtragem de quem não tem projeto.

07

Fechamento, parte 1: a call por dentro

Abertura, diagnóstico e construção de valor. Como conduzir até o cliente dizer, com as palavras dele, o que ele quer mudar.

08

Fechamento, parte 2: preço e objeção

Âncora, apresentação do preço, as objeções que sempre aparecem e a negociação. Onde ceder, onde não, e como fechar sem queimar margem.

Mês 3

Operação

Fazer a entrega existir sem o dono apagando incêndio todo dia.

09

Quem contratar, e em que ordem

As vagas que destravam, o perfil de cada uma, onde procurar e como testar antes de efetivar. O que contratar primeiro muda o resultado dos outros três meses.

10

Montar a estrutura de entrega

De verdade, na call: quem faz o quê, em que ordem, com que prazo. A esteira de produção desenhada para a sua operação, não um modelo genérico.

11

Processos que se cobram sozinhos

O que precisa estar escrito, como escrever e como cobrar sem virar fiscal. Aprovação, prazo e o que fazer quando o cliente trava a fila.

12

Validar e escalar, inclusive fora do Brasil

O que precisa estar provado antes de aumentar, e como a Virtvs opera com cliente nos Estados Unidos: o que muda na oferta, no criativo e no preço.

A grade cede ao problema

A pauta é sua,
não nossa.

Parte das calls é programática, para passar o que a gente usa. A outra parte é para resolver o que está travando agora. Se o mês é de marketing e o seu problema virou entrega, a call é sobre entrega.

Além das calls

Vocês recebem tudo
que a gente usa.

Não é material de curso. É o acervo que a Virtvs opera todo dia, do jeito que ele está.

Criativo

  • Biblioteca de criativos validados, Brasil e Estados Unidos
  • Os que escalaram, com o que mudou entre as versões
  • Regras de formato, proporção e zona segura
  • Roteiros e estruturas de hook que já performaram
  • Referência de concorrente mapeada e comentada

Copy

  • Copies de anúncio em uso, por vertical
  • Headlines testadas, com o que ganhou e o que perdeu
  • Ofertas e ângulos por tipo de cliente
  • Textos de abordagem, follow-up e reativação

Comercial

  • Script de SDR e script de fechamento
  • Régua de qualificação de lead
  • Apresentações de venda prontas
  • Tabela de preços, pisos e âncoras
  • Contrato e política de garantia
  • Gravações de calls reais de fechamento

Processos

  • Esteira de entrega inteira, etapa por etapa
  • Onboarding e o que trava a produção
  • Processo de site, perfil do Google e redes
  • Cronograma de produção e divisão de responsável
  • Aprovação de cliente e prazo de cada peça

Software e estrutura

  • CRM proprietário
  • O sistema interno da Virtvs: funil, metas e entregas
  • Automações de atendimento e de aviso
  • Painéis de acompanhamento
  • Planilhas e modelos de controle

Conhecimento e time

  • Playbooks de aquisição, oferta, preço e retenção
  • Documentação interna, do jeito que a gente usa
  • Gravações de mentorias e reuniões
  • Grupo de WhatsApp com resposta no dia
  • Acesso ao time inteiro: marketing, performance, comercial e entrega

O que se espera em três meses

Validar, aumentar
e abrir a gringa.

Em três meses a empresa não anda sozinha, e quem prometer isso está mentindo. O que muda é outra coisa: você para de testar no escuro, sabe o que já está provado, aumenta em cima disso e passa a ter um caminho para vender fora do Brasil.

Faz a conta
com seis clientes.

Suponha o cenário mais devagar possível: você fecha um cliente no primeiro mês, dois no segundo e três no terceiro. Seis no total, em três meses.

Clientes fechados nos três meses
1 + 2 + 3 = 6
Ticket mensal de um cliente lá fora
US$ 1.000
Contrato de três meses, por cliente
US$ 3.000
Seis clientes
US$ 18.000R$ 93.600 com o dólar a 5,20

Não é promessa nem garantia de faturamento: é aritmética, com um ticket abaixo do que a Virtvs cobra e no ritmo mais lento que faz sentido. Serve para você comparar com o número da próxima tela.

Investimento

A mentoria custa
um terço disso.

R$ 93.600

R$ 30.000

ou 6x de R$ 5.000 sem juros

A parcela é R$ 5.000 por mês. Um único cliente lá fora, a US$ 1.000, paga R$ 5.200 por mês. A mentoria inteira custa menos do que um cliente americano.